O franchising brasileiro vive uma das fases mais sólidas da sua história. O setor já soma mais de 200 mil operações ativas e a expectativa é que cresça 10% em faturamento em 2025, segundo a ABF. Esse avanço mostra um mercado maduro, orientado por dados e voltado à eficiência. Porém, entre as transformações recentes, uma mudança se destaca: o novo perfil do franqueado brasileiro.
Ele é mais profissional, analítico e comprometido com o crescimento em múltiplas unidades. Ou seja, o conceito de “dono de loja” evoluiu para o de gestor de rede. Esse movimento não é isolado!
O fenômeno dos multifranqueados, comum nos Estados Unidos e na Europa, está se fortalecendo no Brasil. Hoje, 40% dos franqueados operam duas ou mais unidades e muitos investidores administram negócios em diferentes segmentos. Essa diversificação amplia a estabilidade e acelera o retorno.
Na FarMelhor, os números confirmam essa tendência. Em 2024, 30% dos novos contratos vieram de franqueados da própria rede. Eles decidiram crescer de forma orgânica, apoiados em um modelo sólido e rentável.
Ao mesmo tempo, cresce o interesse de investidores de outros setores (como alimentação, estética e conveniência, por exemplo) que veem nas farmácias uma oportunidade estratégica de diversificação.
Esse tipo de empreendedor chega mais preparado. Ele domina gestão, entende métricas e valoriza o suporte da franqueadora. Por isso, a integração ao modelo FarMelhor é rápida e natural. O resultado é claro: redes mais fortes, operações mais eficientes e expansão sustentável.
O que mudou? Do primeiro negócio à multiplicação de unidades
Sem dúvidas o perfil do franqueado brasileiro já não é mais o mesmo. Anteriormente, era comum que o investidor abrisse uma única unidade e concentrasse toda a atenção nela.
Hoje, o cenário é outro. Cresce o número de empreendedores que enxergam a franquia como um modelo de negócios escalável, com gestão profissional e visão de longo prazo, o que realmente é.
Ainda de acordo com a ABF, 95% das redes permitem multifranqueados e 31% das operações já são administradas por esse perfil. Esse dado revela que a expansão deixou de ser apenas um desejo e se tornou uma estratégia concreta de crescimento.
Franqueados com perfil mais analítico e financeiro
Os novos franqueados tomam decisões com base em dados, não em intuição. Eles avaliam indicadores como ROI, margem de lucro e payback médio, comparando com outros setores da economia. Além disso, analisam cenários econômicos e tendências regionais antes de investir.
Esse comportamento reflete a profissionalização do franchising. Atualmente, o investidor entende que rentabilidade está ligada a gestão eficiente e controle de performance. Por isso, ele busca redes com histórico sólido, suporte estruturado e processos bem definidos.
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Expansão estratégica com base em dados e performance
A expansão orgânica se tornou um caminho natural. Isto é, muitos franqueados começam com uma unidade e, após validar o modelo, abrem a segunda ou terceira. O segredo está na previsibilidade: ao dominar o padrão operacional, o empreendedor ganha confiança para escalar.
Nesse contexto, a tecnologia também tem papel essencial, já que sistemas de gestão, relatórios de BI e automações permitem acompanhar resultados em tempo real. Assim, cada nova loja nasce com base em dados concretos (e não em suposições).
Interesse em multifranquias e diversificação de segmentos
O multifranqueado busca diversificar riscos e ampliar o potencial de lucro. Parte deles administra diferentes marcas, equilibrando segmentos como alimentação, estética e saúde. Esse perfil traz experiência de operação e velocidade na tomada de decisão.
Na FarMelhor, esse movimento é visível. Muitos investidores de outros setores têm se aproximado da marca. Eles enxergam no segmento farmacêutico um mercado estável, com alta recorrência e forte potencial de expansão. Ao mesmo tempo, os franqueados da própria rede seguem ampliando suas unidades, impulsionando o crescimento de forma orgânica e segura.
Essa combinação (franqueados experientes e novos investidores) cria uma rede mais diversificada e preparada para o futuro.
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Principais características do novo franqueado brasileiro
O novo franqueado brasileiro é mais preparado, conectado e estratégico, pois ele deixou de atuar como operador direto e passou a se comportar como gestor de negócios. Seu olhar vai além da operação: ele busca eficiência, rentabilidade e expansão sustentável.
De acordo com o relatório de desempenho do franchising 2º trimestre de 2025, o setor já emprega mais de 1.700 pessoas e ultrapassa R$ 287 bilhões em faturamento nos últimos 12 meses. Esses números refletem a força de um ecossistema que atrai investidores mais maduros, interessados em diversificar e escalar suas operações.
1. Visão empresarial e foco em resultado
O novo franqueado enxerga sua unidade como uma empresa, e não apenas como um ponto comercial. Ele planeja, define metas e acompanha resultados de forma constante. Somado a isso, valoriza a padronização, pois entende que ela é essencial para manter a credibilidade da marca.
Esse perfil também tende a aplicar boas práticas de governança, criar processos e delegar funções. O objetivo é garantir crescimento sustentável sem perder o controle financeiro. Por isso, redes com suporte em gestão e inteligência de mercado ganham a preferência.
2. Familiaridade com tecnologia e dados
A tecnologia é parte central da rotina de quem atua no franchising moderno. Ferramentas de CRM, relatórios de BI e automação de marketing ajudam a entender o comportamento do cliente e otimizar decisões.
O novo franqueado utiliza esses recursos para reduzir custos e aumentar produtividade. Somado a isso, ele se apoia em indicadores de desempenho (como faturamento por metro quadrado, tíquete médio e margem líquida, só para ilustrar) para guiar suas estratégias.
3. Busca por redes com suporte real e escalabilidade
Esse perfil valoriza o acompanhamento próximo da franqueadora. Ele sabe que o sucesso depende da qualidade do suporte e da consistência do modelo. Portanto, procura marcas com processos consolidados e estrutura para sustentar a expansão.
A FarMelhor, por exemplo, tem investido em programas de aceleração e expansão assistida. O objetivo é apoiar tanto o franqueado que deseja abrir sua segunda unidade quanto o investidor que chega de outros segmentos. Em ambos os casos, o foco é o mesmo: crescimento com método e suporte contínuo.
4. Preocupação com experiência do cliente e padronização
A experiência do cliente se tornou prioridade. O novo franqueado entende que a fidelização é resultado direto da qualidade no atendimento e da coerência entre as unidades. Por isso, investe em treinamento, ambiente padronizado e processos consistentes.
Esse cuidado é visível nas redes que mais crescem. A Associação Brasileira de Franchising revelou que o segmento de saúde, beleza e bem-estar (onde estão as farmácias) registraram alta de 15,9% nos últimos 12 meses, um dos maiores avanços do setor. Essa expansão mostra que, quando o cliente confia na marca, o crescimento é natural.
Da loja única ao império de franquias: uma jornada real e possível
O franchising brasileiro vive um momento de virada. O que antes era um modelo voltado a empreendedores locais, hoje atrai perfis estratégicos, que pensam em escala e constroem negócios sólidos, com base em dados, tecnologia e gestão profissional. Essa nova geração de franqueados está transformando o mercado, e o futuro aponta para redes cada vez mais estruturadas e conectadas.
Dentro desse cenário, o novo franqueado brasileiro entende que crescer é mais do que abrir lojas: é consolidar uma operação eficiente, rentável e capaz de gerar impacto positivo na comunidade onde atua. Ele sabe que o sucesso vem do método, da parceria e do suporte certo.
É exatamente nesse ponto que a FarMelhor se destaca. Com uma rede em constante expansão e um modelo de gestão que equilibra tradição, inovação e proximidade, a marca se tornou referência entre as franquias do setor farmacêutico. Para quem busca diversificar seus investimentos ou expandir com segurança, a rede oferece mais do que um formato de negócio, oferece um caminho estruturado de crescimento.
O novo franqueado não espera o futuro acontecer. Ele o constrói. E, no franchising, quem escolhe crescer com estratégia encontra nas redes certas o impulso para transformar uma loja em um legado.